8 dicas para fazer um plano de recuperação de desastres em TI

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O post de hoje vai abordar oito dicas de como fazer um plano de recuperação de desastres em TI para minimizar os riscos e os impactos nos negócios da sua empresa.

Um bom plano de recuperação de desastres em TI pode fazer a diferença entre a falência e a sobrevivência do seu negócio. No caso de um desastre, o seu maior inimigo é o tempo pois as atividades da empresa devem ser restauradas rapidamente antes que os clientes comecem a migrar para a concorrência. A questão essencial ao revisar seu plano de recuperação de desastres em TI é se: “será possível restaurar as operações do dia-a-dia em um tempo razoável?”

Ter um plano de recuperação de desastres em TI abrangente e eficaz significa estar preparado para pior, ou seja, para o que der e vier: quedas de energia, falhas de hardware, corrupções de dados, ataques de malware, erros de usuário, desastres naturais e a lista continua. Então ligue o seu modo de alerta e esteja preparado da melhor forma para períodos inevitáveis de tempo de inatividade.

Confira a seguir oito dicas para fazer um Plano de Recuperação de Desastres em TI:

Dessa forma, se o pior acontecer, você estará totalmente preparado para voltar às atividades o mais rápido possível.

1- Conheça os riscos mais prováveis

Comece seu plano de recuperação de desastres em TI identificando as ameaças mais graves à sua infraestrutura como, por exemplo, falha no sistema, erro de equipe, perda de energia. Identificar estes pontos frágeis ou de maior risco pode ajudá-lo a implementar procedimentos que aumentem a segurança e determinem o curso de ação necessário para uma recuperação.

Se inundações na região onde sua empresa está localizada são comuns, então fica muito claro que a recuperação precisa ocorrer em um site diferente. No post “Que tipo de backup corporativo é mais seguro?” foi visto que o melhor modo de manter seus dados protegidos é em nuvem.

2- Esteja preparado para a Lei de Murphy

A Lei de Murphy diz que o que pode dar errado, dará. Como não existe um plano perfeito você deve assumir que cada etapa do DRP pode falhar e deve se preparar para “mini-Desastres”. Sempre construa contingências. Para cada etapa do seu DRP, você deve ter um “Plano B” e até mesmo um “Plano C.”

Claro que muitas empresas não têm o tempo e os recursos para criar redundância infinita para cobrir todas as áreas. Portanto, você precisará determinar quais etapas podem representar o maior risco e desenhar alternativas para elas.

3- Priorize o que deve ser recuperado

Você sempre deve priorizar a ordem em que as coisas devem ser feitas em uma recuperação. Isso ajuda a criar um DRP que tenha o menor impacto no negócio. Quais são os serviços mais críticos que você precisa (fabricação, site, e-mail)? E qual a ordem para a restauração?

Como parte de sua priorização determine objetivos de Tempos de Recuperação (RTOs). Mas é preciso avaliar de maneira realista qual seria a causa mais provável de determinado desastre e quanto trabalho seria envolvido e os recursos para que o serviço esteja novamente ativo e online.

4- Estabeleça tempo e tipo de backup para atingir seus objetivos

Além dos RTOs, outro fator que deve ser levado em consideração é o objetivo do Ponto de Recuperação (RPO). Essa métrica significa o quanto sua empresa está preparada para perder em um desastre e garantir que você tenha um backup desenhado para atender seu RPO.

Se você é uma empresa de comércio eletrônico, por exemplo, e não deseja perder nenhuma das suas vendas até o momento do desastre, seu ponto de recuperação precisará ser o último segundo em que seu site estava online. Nesse caso, você precisará de um backup constante em operação para sua recuperação e, dessa forma atingir RPO definido.

Veja mais: As vantagens do cloud backup para sua empresa.

5- Escolha soluções de backup e recuperação simples e flexíveis

Quando chega a hora de escolher sua solução de backup e recuperação, é importante prestar atenção a algumas qualidades. A primeira é a simplicidade. Pode parecer que o mais importante é que seus sistemas estejam seguros.

Mas lembre-se que se o backup for complexo e demore para ser restaurado, não irá cumprir o seu propósito inicial. Por exemplo, o software de backup baseado em arquivos pode exigir que você reinstale o sistema operacional inteiro e todas as suas aplicações a partir do zero.

Já a Replicação Virtual Zerto foi construída para ser a solução de recuperação de desastres mais simples e poderosa para infraestruturas virtualizadas, incluindo toda a replicação, orquestração de recuperação e automação em uma solução de software simples.

6- Busque orientação de especialistas

Para um plano de recuperação de desastres em TI eficiente você deve analisar a capacidade da sua equipe e da sua infraestrutura de TI com um olhar claro e imparcial. Ser crítico em relação a estas questões pode ajudá-lo a detectar riscos e fraquezas antes que um desastre aconteça.

Não seja uma ilha. Procure um parceiro de Gestão de TI com experiência em Recuperação de Desastres que possa ajudá-lo a detectar problemas antes que seja tarde demais e que possa orientá-lo no desenvolvimento de um plano resiliente e na escolha das melhores soluções tecnológicas.

7- Teste uma, duas, três vezes e quantas mais forem necessárias

A prática faz a perfeição. E quando se trata de recuperação de desastre, a chave é testar seu plano repetidamente. Um plano de recuperação de desastres em TI não será confiável, a menos que você o tenha posto à prova e efetivamente implementado. Não importa o quão bem você planeje sua recuperação, na realidade, colocar seu sistema novamente online funciona sempre de forma diferente.

Você deve testá-lo na íntegra. Desta forma, qualquer coisa que não funciona na prática pode ser modificada e o que você negligenciou pode ser adicionado à versão final. Antes desse momento, sua capacidade de recuperação é baseada em teoria. Lembre-se, um teste nunca é suficiente e continue trabalhando para melhorar seu plano ao longo do tempo.

8- Aproveite ao máximo a virtualização

Se você tem objetivos curtos de pontos de recuperação (RPOs) de segundos apenas e tempos de recuperação (RTOs) de minutos, você pode se beneficiar usando a virtualização para o backup e recuperação dos sistemas de missão crítica.

A replicação virtual pode oferecer uma recuperação de desastres muito mais fácil, sem perda de dados ou de disponibilidade. A partir de uma solução de software simples, a replicação virtual pemite aos usuários recuperar um, todo ou um subconjunto de aplicativos virtualizados de qualquer armazenamento para qualquer armazenamento.

Saiba como minimizar RPOs em segundos e alcançar minutos de RTO: a Eiti Gestão de TI e a Zerto têm uma solução de recuperação de desastres adequada para você.

Cloud Broker - especialistas em nuvem para sua empresa - Eiti Gestao de TI

 

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